Descontrole financeiro, sinais pra ficar de alerta

O descontrole financeiro pode começar por uma variedade de razões, e não apenas por causa do consumo abusivo.

O ritmo acelerado do trabalho, por exemplo, é uma causa bastante comum: perante a complexidade de conciliar compromissos individuais e de peritos, o indivíduo acaba por negligenciar inconscientemente as suas contas, que deveriam estar no topo da lista de prioridades.

 

 Certos componentes extraordinários têm também o potencial de causar uma verdadeira revolução na vida financeira, tais como problemas de saúde, um divórcio ou a perda de um emprego.

Mesmo as questões emocionais têm o potencial de criar isto fora de controlo: para superar alguma necessidade ou frustração, o indivíduo acaba por gastar consideravelmente mais do que deveria. 

Detectar a razão é o ponto de partida para resolver os problemas. No entanto, como é que o pode perceber?

 

 

Preste atenção aos sinais.

 

 É substancial fazer uma folha de cálculo orçamental, comparando receitas e custos, para detectar e quantificar os efeitos da falta de controlo.

 

 Numa base diária, é possível identificar vários sinais de alerta de saúde financeira e evitar o descontrole financeiro. 

É essencial mencionar que, embora estes sejam sinais bastante claros, o consumidor pode estar tão envolvido na sua rotina que não se apercebe deles. Não perca esta oportunidade:

 

 – contas pagas com atraso, seja por insuficiência de fundos ou por esquecimento, levando a juros e penalizações;

 

 – uso recorrente de cheques a descoberto;

 

 – pagamento contínuo de facturas de cartão de crédito pelo montante mínimo; compras excessivas em prestações; compras excessivas em prestações; e

 

 – compras excessivas em prestações

 

 – cheques devolvidos;

 

 – custos de recolha.

 

 

Cuidado com a dívida!

 

 Uma vez detectado o problema, o primeiro passo é verificar a forma como se gasta. Examine item por item na coluna “custos” da sua folha de cálculo, avaliando a necessidade de cada despesa e se esta poderia ser reduzida, quer através de um menor consumo, quer mesmo através da mudança de serviços (na situação da TV por cabo, Internet, seguros de saúde, etc.).

 

 Ter educação financeira, utilizar conscienciosamente os métodos de pagamento e evitar o financiamento em longo prazo são algumas dicas para se manter fora do endividamento.

 

 Depois de restaurar a sua saúde financeira, considere um procedimento de controlo que lhe permita monitorizar as suas finanças para que o problema não se repita.

Defina um objetivo de poupança e siga os seus sonhos. O seu bolso vai agradecer, e vai deixar o descontrole financeiro longe.

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